domingo, agosto 30, 2015

Série As 1001 Comidas #1







Uma das coisas que me encantam na gastronomia é a enorme diversidade de produtos e suas combinações quase infinitas. Algo às vezes impensado, quando é experimentando se torna parte da sua vida. A cultura alimentar é algo magnífico, pois levamos como uma identidade na nossa vida, um cheiro, um sabor e uma textura diferente no paladar podem marcar épocas imprescindíveis na nossa vida. 

 

Cor, Textura e Sabor.


 
E se pudéssemos escolher hoje, algo que nunca experimentamos para comermos, até onde iria o nosso conhecimento cultural gastronômico?
Eu estou longe de conhecer de tudo que a gastronomia tem para oferecer, mesmo trabalhando na área de alimentação atualmente, mas sonhar faz parte do nome deste blog onde escrevo, logo, quem sabe um dia eu aumente alguns porcentos do meu conhecimento – vontade não falta.



O Que Você Tem Curiosidade de Provar?



Enquanto isso me contento em ver e ouvir falar das variedades de comidas. Algum tempo atrás eu tive a oportunidade de adquirir um exemplar de um livro chamado “1001 Comidas Para Comer Antes De Morrer”, e digo que vale a pena para os curiosos como eu.
Pensando nisso resolvi trazer uma série que chamarei "As 1001 comidas", onde trarei todo mês dois alimentos  conhecidos ou não em nossas terras e do mundo a fora.
Convido a você a fazer parte desse desbravar cultural gastronômico. Logo, se o que for postado tiver algum significado para você, deixe sua colaboração contando sua história nos comentários e assim agregará muito valor e conhecimento para todos.


Espero que curtam!







As 1001 Comidas.



Cassis


É estranho que um sabor que agora costuma ser mencionado para descrever as particularidades dos melhores crus de Bordeaux tenha passado tanto tempo como primo pobre das groselhas vermelha e branca. Mas a Ribes nigrum, também chamada de groselha preta no Brasil, ocupou essa posição subalterna até o século passado e permanece relativamente rara – apesar de seu teor de vitamina C superar amplamente o do limão -, a não ser sob a forma de bebidas como crème de cassis da Borgonha e Ribena, a marca de xarope de frutas que consome quase três quartos da colheita comercial da Grã-Bretanha.
      Entretanto, os jardineiros sabem que os pequenos frutos oferecem bem mais do que suco. Embora algumas variedades sejam mais suculentas e doces e outras mais picantes e de intenso sabor, todas são usadas na culinária. Os frutos colhidos no início do verão são engarrafados, transformados em geléia ou misturados com outras frutas em compotas em que deixam a marca de seu aroma muito peculiar. Na cozinha profissional, são usados com frequência para dar vigor a molhos, como o que costuma acompanhar magret de pato assado. O cassis nasceu para ser combinado com ingredientes de sabor mais brando – sorvete ou sorbet -, ou ainda como cobertura para cheesecake.



Sabor: O aroma de cassis frescos é intenso e perfumado. Os frutos contêm um suco picante e sementes que se beneficiam da fervura em calda para perderem a acidez.





Palmito


Esse precioso ingrediente é o miolo macio e cremoso de uma série de diferentes palmeiras, a parte mais alta e central de brotos verdes de uma árvore nova. Em muitas variedades da palmeira, o corte dessa parte mata a planta, transformando o palmito em um verdadeiro luxo – daí seu papel em pratos como “salada do milionário”, típico das ilhas Maurício.
      A Sabal palmetto é uma palmeira que cresce na região do Caribe e América Central. Na Flórida é conhecida como “repolho do pântano”. O palmito é tradicionalmente fatiado fino, cozido em água, gordura de porco ou bacon e servido com vinagre de pimenta. Como a colheita mata a planta, esta tornou-se uma espécie protegida na Flórida.
     Como alternativa, tem sido extraído o palmito da Bactrix gasipaes, a pupunha, nativa do Amazonas. No estado silvestre, era um item básico da dieta dos índios da região. Hoje em dia, essa planta é cultivada para extração do palmito. Como produz diversos brotos, pode haver colheita sem prejuízos  para a árvore. No Brasil, o açaí também tem sido cultivado por causa do palmito, que pode ser encontrado muitas vezes no recheio de empadas.


    Sabor: Macio, com uma textura de muitas camadas, o plamito tem um sabor que costuma ser descrito como uma combinação de alcachofra, aspargos e cogumelos.






Fonte: Extraído do Livro 1001 Comidas Para Provar Antes de Morrer.


Não esqueçam de comentar e compartilhar, isso faz uma grande diferença!
Até a próxima. 
Meu email é alanalves_19@hotmail.com

domingo, agosto 23, 2015

A Banalização da Gastronomia.











Quando eu ainda estava cursando gastronomia na faculdade, lembro-me que – bem antes dessa febre de comida de rua generalizada se alastrar – a comida recebia certo respeito, algo que era intocável, quase sagrado – se é que posso dizer assim.
A cultura alimentar brasileira é resultado de diversas influências. E com o decorrer do tempo tem sofrido cada vez mais mudanças nos costumes, hábitos e práticas, seja do preparo ou na alimentação. A maneira como as pessoas veem a comida não é a mesma, antes vista de modo confortante, tratada como algo mais familiar e de necessidades básicas. Nos tempos atuais a comida tem sido vista mais como algo corriqueiro. 


domingo, agosto 16, 2015

Teste PDS Mostarda.








“Mostarda é melhor que ketchup”, dizia minha mãe enquanto eu torcia o nariz e afirmava que o ketchup era muito melhor. De fato, sabores muito fortes para crianças não são uma boa pedida, exceto algo que contenha muito açúcar – aí elas comem que é uma beleza –, como refrigerantes e outros tantos. A mostarda é caso extremo até entre os adultos, pois ou você gosta ou você odeia – eu, particularmente, gosto bastante. 

Bolo Integral de Maçã, Cenoura e Banana







Essa semana bateu uma vontade da fazer bolo de maçã, mas acabei descobrindo que só tinha uma maçã. Eu poderia ver isso como empecilho, mas não rsrs. Vi como uma oportunidade para criar algo diferente.




terça-feira, agosto 11, 2015

Panquecas Americanas Com Nutella.






 



Quando eu era pequeno, enquanto assistia aos desenhos animados – e também ao assistir alguns filmes –, sempre via aquelas pilhas de panquecas cobertas por mel ou chocolate. Lembro que ficava babando e doido para provar, mas isso é influência da alimentação americana no Brasil, assim como cereais com leite – consumidos até hoje. Engraçado que se passaram anos e nunca tinha procurado a receita das tais panquecas. Recentemente, olhando uma das minhas redes sociais, deparei-me com elas. Foi uma overdose de nostalgia.
Resolvi, então, pôr a “mão na massa” e fazê-las.
A receita é super simples e acredito que vale a pena ser feita, nem que seja para relembrar os tempos antigos.